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É a ultima fase na concepção de um projecto.
Consiste em animar um ou vários objectos num cenário definido. Considera-se objectos todos os elementos que constitui o trabalho incluindo o observador (ou câmara), o ponto de observação (linha visual) e a luz.
Animar não consiste unicamente em movimentar objectos mas também criar efeitos especiais mais realístico (explosão, gravitação, efeito de movimento, de profundidade de campo, de lente, etc.).
É a fase que requer mais equipamento, daí, profissionalmente, são utilizados computadores de topo para realizar esta tarefa (Silicon Graphic, Digital, PowerPc, Pentium II) e, em alguns casos, ligados em rede para dividir o trabalho.
Requer um certo conhecimento cinematográfico na atribuição dos planos, movimentos, aproximações, tipo de lente, tempo, e muito mais características que só compete ao nosso realizador.
Metodologia
Definir a(s) cámar(a)s com as suas particularidades (ângulo, tipo de luz, cor e orientação)
"Traçar" o percurso que irá ser a do observador com as características (tempo entre cámaras, factor de aceleração ou desaceleração, frames, ponto de observação)
Gravar o documento com todas as características definidas
Visualizar a animação em modo "wireframe" (sendo o mais rápido) a cena final e fazer ajustamentos se necessário
Escolher o suporte a que se destina a animação (QuickTime, VRML, GifAnimado, Vídeo, etc.)
Considerando que a atribuição de "mapa de textura" está correcta, lançar o rendering.
Conselhos
Sendo um conjunto de imagens em movimento, as considerações feitas no "Rendering" serão validas nesta fase.
Não hesitar em optar num "rendering" menos perfeito, com menos "frames" para se ter uma ideia mais precisa do projecto antes de se aventurar nas longas horas de espera.
Como no cinema é preferível "filmar" por cenas, e, posteriormente, "montar" todos os cortes num programa dedicado. Desta forma, é possível acrescentar som, vídeo e efeitos de transição.